Revendo a Religião

Sobre

Meu nome é Jorge Schlichting Neto. Sou brasileiro, nascido no estado de Santa Catarina no ano de 1985,  batizado na religião luterana.  Como quase a totalidade das crianças em nosso país, frequentei por dois anos os estudos religiosos (chamados, na religião luterana, de “doutrina”), aos quais era obrigado a ir.

Foi a partir desse ponto que passei a perceber as falhas por trás da religião. Se a religião era algo tão benéfico, se as missas eram pregações de palavras acolhedoras, por que éramos obrigados a comparecer a esses encontros? Se algo é bom, reconfortante, não sentimos obrigação, e sim prazer! Utilizando essa pergunta em minha mente, passei a questionar com mais afinco as religiões (não somente a luterana, é claro). Deparei-me com questões inquietantes, com estórias absurdas, com pessoas inescrupulosas e gananciosas, até que resolvi abdicar por completo desse mundo forjado, traiçoeiro e irreal.

Sempre gostei muito de ler, assim como de escrever. Resolvi, então, no final do ano de 2007,  criar esse espaço, para expor minhas idéias e buscar a concordância por parte dos ateus (e também agnósticos) e a divergência dos pensamentos cristãos.

Esse blog tem por objetivo ir de encontro aos falsos ensinamentos da igreja e suas mentiras que perduram até hoje, mentiras que colocaram o ser humano no lado obscuro do conhecimento e mataram milhões de pessoas.

É  destinado a ateus, agnósticos e até mesmo aos cristãos mais corajosos que pensam poder provar tudo sobre o que considero absolutamente NADA.

Email para contato: jorgesneto@globo.com.

4 Comentários »

  1. Caro amigo Jorge

    Voce não disse a sua idade.

    É destinado a ateus, agnósticos e até mesmo aos cristãos mais corajosos que pensam poder provar tudo sobre o que considero absolutamente NADA.

    São João escreveu algo interesante.

    “Sem Ele nada do que foi feito se fez…”
    em outro texto diz:
    “No principio era o vazio…”

    “O sopro “vento” “Espírito” pairava sobre as aguas…”
    *
    Nenhum Cientista até hoje conseguiu explicar o que é a vida.
    Materialmente falando somos um punhado de atomos, mas o que faz com que esses atomos permaneçam organizados formando um organismo vivo?
    Quem programou o Código Genético?
    Surgiu do acaso?
    Responda uma mais difícil!
    Porque um elétron sendo livre, não sai pasiando e libertando seus companheiros dos núcleos que os prendem? seria uma revolução totalmente justa.
    *
    Também tive meu tempo de são tomé, pendo científicamente eu só consegui provar que nada existe realmente. é provei e provo! a+b = nada

    1+1 não é igual a dois é nada, sempre será nada.
    Ainda ontem no Fantástico alguem comparava 15 segundos de seu tempo com milhões de kilometros de afastamento por segundo em um universo em expansão eterna, não é eterna, um dia irá parar e depois irá retornar à um mesmo ponto, todas as estrelas, todos os átomos, todos os seres, todos os elétrons e os quarks, todos esprimidos na ponta de um alfinete, digo alfinete para que se entenda, na verdade tudo “ou nada” se convergirá a um imfimo e unico ponto no universo.

    Por outro lado daqui até a lua tem milhoes de kilometros não é? Até o sol Bilhões de Kms, até a estrela mais proxima 100 mil anos luz, que distância é essa se tudo é um vazio, não tem nada lá, se o universo está em expansão esta distância também esta aumentando ou ^não?
    No mundo microscópio dos atomos a mesma coisa ocorre, a distância vazia entre o eletron e o nucleo é comparada à distância da Terra ao Sol.
    Faça uma continha simples, este universo tão imenso com as coisas tão distantes umas das outras, tire agora o nada que existe entre cada coisa, o que sobra? nada!
    Nada existe ou só existe o nada?
    De qualquer forma São joão esta certo!
    Sem Ele nada do que foi feito se fez…
    Sem Ele nada existe.
    O Mundo material é uma ilusão, o mundo espiritual não podemos explicar com nossa matemática muito menos com nossa sabedoria humana sem nem ao menos usamos nossa capacidade intectual na sua plenitude.

    Desate este nó e me explique algo do seu ponto de vista a respeito deste assunto maluco e sem sentido.

    Não me leve a mal por parcer assim um pouco maluko!

    Salve a ecologia.

    Comentário por SIZENANDO — 01/04/2008 @ 2:11 pm | Resposta

  2. Prezado amigo,
    Inicialmente, informo que te respeito e não tenho intenção de te confrontar. Sou membro da advocacia pública federal, e gosto de estudar. Estou dizendo isso para que me entendas: não sou apenas um “mané” desprovido de inteligência ou alguém que ouve e aceita, sem questionar, sem filtrar e sem meditar a respeito.

    Você tem razão quando menciona “as falhas por trás da religião”.
    E também está coberto de razão ao dizer que “Se a religião era algo tão benéfico, se as missas eram pregações de palavras acolhedoras, por que éramos obrigados a comparecer a esses encontros? Se algo é bom, reconfortante, não sentimos obrigação, e sim prazer!”
    Do mesmo modo, quando menciona “estórias absurdas, com pessoas inescrupulosas e gananciosas”, e quando fala em “divergência dos pensamentos cristãos”.

    Concordo com você nos pontos referidos: indubitavelmente,

    Mas, não me considero apto a “provar tudo sobre o que considero absolutamente NADA.”

    Também te compreendo ao se indignar com as denominações que professam o nome de Cristo, e acabam se afastando muito daquilo que, em sua essência, Jesus ensinou. Eu também compactuo contigo nisso.

    Eu, até pouco tempo, misturava, em minha cabeça, Jesus com as religiões (as denominações) que por aí são propagadas. Mas, hoje, entendo uma coisa: Jesus é maior que as religiões e denominações, mesmo quando elas se intitulem cristãs. Estas (religiões, denominações, etc.) são feitas por homens, tentando se religar com Deus, e, como é natural com as coisas que o homem fazem, acabam indo de mal a pior, afastando-se paulatinamente da perfeição originalmente criada por Deus. É por isso que elas, as religiões e denominações, são merecedoras de tantas e justas críticas: se afastam da pureza e perfeição de Deus. Mas, é impossível que consigam os homens fazer as coisas do modo perfeito, como é o modo de Deus, pois apenas Ele é perfeito. Nem por isso as religiões e denominações estão imunes às nossas críticas. Pelo contrário: suas distorções com aquilo que Deus nos ensina, através da Bíblia, devem ser apontadas, para que, se possível, os homens aprendam e se corrijam.

    Peço licença para falar apenas de Jesus, pedindo encarecidamente que, a partir de agora, não associe o que vou dizer a nenhuma religião (mesmo a protestante), nem a qualquer denominação, pois não sou seguidor de nenhuma delas. Sou seguidor de Jesus Cristo: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.” Apocalipse 5.12

    Jesus é Deus, conforme Ele mesmo disse. Vejamos:
    João 10:30: “Eu e o Pai somos um.”
    João 8:58 “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.”
    Peço licença para citar um trecho colhido em um site, que bem explicita onde na Bíblia encontramos que Ele é Deus;
    “João 1:1 diz que “o Verbo era Deus”. João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne”. Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu! (João 20:28). Jesus não o corrige. O Apóstolo Paulo O descreve como: “…grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13). O Apóstolo Pedro diz o mesmo: “…nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (II Pedro 1:1). Deus, o Pai, também é testemunha da completa identidade de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:8). No Velho Testamento, as profecias a respeito de Cristo anunciam sua divindade: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).
    (http://www.gotquestions.org/Portugues/Quem-Jesus-Cristo.html)

    E por que Jesus, sendo Deus, veio até aqui, em corpo humano, aparentemente humilhado; pobre financeiramente aos olhos de todos; tendo nascido e vivido sem apego às coisas terrenas? Vejamos como os homens olhavam para ele, e o que pensavam dele, quando o olhavam (e se fôssemos nós nascidos naquela época, creio que não teria sido diferente), em Isaías 53:
    “1 Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
    2 Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
    3 Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.”

    Portanto, Jesus veio aparentemente humilhado, e desprezado pelos homens.

    Volto à pergunta: por que será que Ele fez isso? A resposta pode ser vista em vários lugares na Bíblia, dentre os quais em João 12:27
    “Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora.”

    Ele veio para morrer, por amor de nós. Para ser crucificado e pagar pelos pecados de muitos (daqueles que crerem nele). A Bíblia diz que o castigo que nos traz a paz estava sobre ele. O castigo mencionado é a morte, pois a punição para o pecado é a morte. Então, para que se fizesse a justiça implementada por Deus, o pecado (e o pecador) teriam que ser punidos pela morte. E o pecado entrou nos homens através do primeiro homem, e a partir de então nenhum outro homem conseguiria, por si só, se afastar do pecado. A Bíblia diz que por um homem abundou pecado (em todos nós, que pecamos também – todos pecaram e carecem da glória de Deus, diz a Bíblia, numa carta de Paulo), e que também por um só, Jesus, superabundou a graça. Mas, Deus nos amou de tal maneira, de uma maneira tão imensa, que antes da fundação do mundo já havia traçado um plano de salvação: para evitar que todos os homens tivessem que morrer, Ele daria seu Filho, que é Deus, que não pecou, para morrer e sofrer no lugar dos que pecaram (nós), para que estes não precisassem morrer. Nisto Ele manifestou o amor Dele por nós, ao dar seu próprio Filho à morte, para nos salvar dela. Um inocente (pois Jesus não pecou, era um cordeiro sem defeito, sem mácula alguma) iria morrer pelos culpados (os homens, que se transformaram em pecadores a partir do primeiro pecado de Adão).

    Consegue ver a beleza dessa pregação? E ao mesmo tempo a loucura desta pregação? Beleza porque é um amor tão grande e tão infinito que é difícil a nós até imaginar, pois não somos acostumados com um amor desta magnitude. E nós nada fazemos: apenas recebemos esse amor com gratidão, e aceitamos que Ele nos salvou, pelo seu infinito amor. Com isso, ele nos dá, gratuitamente, sem esperar nada em troca, a salvação (a vida eterna). Porque quem crê nele tem a vida eterna, como Jesus disse.

    Já a loucura da pregação é justamente essa: como pode alguém fazer isso, não faz sentido algum, não é mesmo? Parece absurdo, parece inventado. Mas, Deus escolheu justamente as coisas loucas do mundo, e as vis, e as que não são, para humilhar as que são. É porque nós, homens, na mesma ambição de Adão e Eva, que queriam ser iguais a Deus, queremos tudo saber e tudo ser. Nascemos e aprendemos que somos dominantes, sábios, habilidosos, entendidos, inteligentes, racionais, que temos méritos, habilidades, etc.. E a idéia de que somos pecadores, que precisamos de um salvador (Jesus), que nada podemos fazer sem Ele, que Ele é o centro de tudo, a razão de tudo, que tudo o que foi feito o foi para Ele e por Ele, e não por nós e para nós, vai de encontro a nosso ego e a nosso desejo de ser iguais a Deus. Ora, é da nossa natureza querermos nos considerar ‘os caras’, o motivo de tudo, pelo menos da nossa própria vida; os dominadores da ciência, da Terra, do mundo. Por isso não faz sentido: a pregação é loucura para nossa razão, acostumada a nos considerar bons e hábeis.

    Mas, foi de propósito que Deus escolheu essa pregação: para nos mostrar que não somos tudo quanto pensamos, e para nos convencer que somos dependentes Dele. Ele é Deus. Nós somos apenas criaturas, criadas por Ele. Ele nos fez e tem poder para desfazer na hora que bem quiser. A Bíblia ilustra Sua grandeza, impensável aos nossos olhos: Ele criou os céus, a terra, as estrelas, o Universo (que consideramos infinito), e tudo o mais que existe. A Bíblia diz que Ele traz à existência aquilo que não existe, pois Ele tem todo poder. A Bíblia diz também que a criação testifica Sua existência. Portanto, ao escolher coisas loucas para nós, para nos mostrar as coisas Dele, que são melhores que as nossas, ele nos denota o seu poder, e nos ensina a ficarmos no nosso devido lugar: de criaturas.

    Mas, embora sejamos criaturas, Ele nos fez à sua imagem e semelhança. E fomos as únicas obras de Suas mãos com essa prerrogativa e privilégio, de ser à sua imagem. E, não bastasse isso, Ele nos amou de tal forma que quis adotar-nos por filhos, para que não sejamos apenas criaturas, mas filhos Dele. E como Deus fez isso: dando o seu Filho Jesus para morrer por nós, e assim nos limpar dos pecados (pois o pecado antes nos impedia de chegar a Ele). Ora, Ele é santo, e não se compactua com o pecado, por isso precisamos estar limpos para nos achegar a Ele. E como ficaremos limpos? Só há um meio: mediante a fé na pregação de Jesus, seu filho, no sentido de que Ele veio para carregar os nossos pecados, sarar-nos da doença chamada pecado, e assim podermos nos achegarmos confiadamente ao Trono da Graça, como filhinhos, e não mais como apenas criaturas.

    Os profetas do Velho Testamento anunciaram a vinda de Jesus, que morreria, como um cordeiro, para que o pecador fosse salvo. Foram profecias que se cumpriram com a vinda e morte de Jesus.
    Também o Velho Testamento nos prenunciou o plano da salvação, pois, na lei mosaica, dada aos descendentes de Israel (Jacó), dever-se-iam sacrificar animais inocentes pelos pecados dos homens. O animal inocente morreria pelo pecador. Assim, Deus demonstrava como são os seus planos: um inocente morrendo no lugar do culpado. Mas, isso pode parecer cruel, a princípio; porém, ao pensarmos assim, temos que ter cuidado para não querermos ser juízes de Deus, do Criador, tentando dizer a Ele o que é bom ou o que não é. Aonde estávamos nós quando Ele criou tudo? Portanto, se não estávamos lá, como termos a pretensão de achar que podemos julgar a Deus? A Bíblia diz que Ele é bom. Se esse é o plano Dele, mesmo que nós não entendamos num primeiro momento, ou pelo menos não entendamos completamente, devemos estar tranqüilos que, se Ele fez, é porque é bom.

    Aos poucos, nós acabamos por entender que realmente o plano Dele era bom. Vejamos: o referido plano era que nós, que nos afastamos Dele, primeiramente pelo pecado de Adão, e depois também pelos nossos próprios pecados, fôssemos ao final reconciliados com Ele, e herdássemos gratuitamente a condição de filhos Dele. E como isso se daria? Mediante o sacrifício perfeito, a saber: o morte de Jesus, Deus-Filho, tomando as nossas iniqüidades sobre si, para que então nós pudéssemos ser justificados em Jesus, e salvos eternamente!

    Lembra dos sacrifícios dos animais, no velho testamento? Então: tais eram repetidos diuturnamente, pois não eram perfeitos. Só duravam um pouco tempo, até que o homem pecasse de novo (o que se dava todo dia). Mas, o sacrifício perfeito do Deus-Filho, Jesus, só precisou ser feito uma única vez, com validade para todo o sempre.

    Isso é bom demais, não é? Pois é, é bom e simples assim. Somos tão amados por Deus que Ele foi capaz de dar seu próprio Filho à morte, só para nos salvar. O que podemos fazer nós? Resposta: recusar ou aceitar esse amor. E se aceitarmos tal Amor, e crermos em Jesus como Salvador, Ele nos dá, gratuitamente, o dom da vida eterna, da salvação. Ele nos liga a Deus.

    Aí está o grande problema das religiões: sempre pensam que é o homem que se liga a Deus, ao fazer isso, ou aquilo, ou ao cumprir esse ou aquele mandamento, sendo caridoso, bondoso, etc. É mais uma maneira de o homem insuflar seu próprio ego, e dar glória a si mesmo: ao achar que pode chegar a Deus por suas próprias forças; que pode ir melhorando aos poucos, até alcançar dignidade suficiente para alcançar a Deus por suas próprias forças. Mas, não podemos fazer assim: Jesus disse que é o Caminho, a Verdade, a Vida, e ninguém vai ao Pai senão por Ele. Conclui-se que nem nós mesmos podemos nos levar a Deus. Só Ele (Jesus) pode fazer isso por nós, levando-nos até Ele, e guiando-nos como o pastor faz com as ovelhas. As ovelhas nada fazem, apenas ouvem a voz do pastor e, assim, vão pelo caminho correto. E Ele (Jesus) é o bom pastor, que dá a vida pelas ovelhas (que somos nós).

    Quando recebemos esse amor, com sinceridade de coração, ficamos tão felizes e gratos por tão gracioso gesto para conosco (de morrer em nosso lugar, por amor, e com isso nos conceder gratuitamente a vida eterna, sem nada termos feito para merecê-la) que passamos a desejá-Lo e amá-Lo também. É claro que Ele nos amou primeiro, e que o amor Dele por nós é muito maior que o nosso por Ele.

    As religiões, e muitas denominações, não ensinam sempre a pureza da pregação de Jesus porque, se todos entendessem com é esse amor, e como é o gratuito dom da salvação (e não por nossos próprios méritos, esforços ou obras), certamente não se sentiriam obrigados a freqüentar quaisquer reuniões que sejam. Ora, isso enfraqueceria o poder dos homens, e os homens não querem isso, não é verdade? Mais uma vez, veja-se que o homem deturpa as purezas das coisas de Deus, e é por isso que Deus nos ensina as coisas diretamente pela Bíblia, e o auxílio de outros homens mais experientes nas coisas de Deus por vezes ajuda, mas não é imprescindível. A Bíblia é o padrão, e só nela devemos buscar a vontade de Deus. Se o que o homem disser estiver de acordo com a vontade de Deus manifestada na Bíblia, então podemos ouvir. Se não, devemos recusar, pois não devemos nada aos homens, pois nenhum deles morreu em nosso lugar. Só a Jesus: Ele sim nos amou e morreu em nosso lugar.

    O homem, pelas religiões, realmente querem impor que assistamos às reuniões, ou façamos isso ou aquilo, daí o sentimento de obrigação (que é bem desagradável). Mas, isso partiu do homem. Deus não quer que façamos isso ou aquilo como requisito para sermos salvos. Quer apenas que sejamos humildes para reconhecê-lo como Deus, e que não podemos nos comparar a Ele, que tudo criou e que tem todo poder. Ao reconhecer isso, reconhecemos também que o plano de salvação por Ele criado é bom, para o nosso bem e para nos resgatar do pecado e da maldade em que nos metemos, e voltarmos à reconciliação com Ele, que é puro, santo, bom, maravilhoso, etc.. Compreendemos que Ele criou tal plano de salvação por amor, movido pelo desejo de nos salvar. A partir daí, entendemos que a Palavra de Deus, que nos é explicitada pelas escrituras, revela-nos que o plano Dele é: que recebamos Jesus, e creiamos Nele como Cordeiro de Deus, pois o próprio Deus atesta isso, na Bíblia.

    Para comprovar a existência de Deus e o seu poderio, bem como para testificar a respeito da autoridade e divindade de Jesus, temos os relatos da Bíblia, nos quais os homens que visualizaram os sinais nos contam, e depõem sobre o que viram e ouviram. Os sinais ali narrados (inclusive as maravilhas, curas e milagres feitos por Jesus, enquanto esteve aqui em carne) são justamente para que creiamos na pregação Dele. Se o depoimento daqueles que foram contemporâneos aos sinais não nos for suficiente, então estaríamos igual Tomé, apóstolo de Jesus, que disse que precisava ver com seus próprios olhos. Mas, Jesus nos ensinou, na ocasião, que mais bem-aventurado é aquele que crê sem necessidade de ver. E Deus não vai ficar fazendo sinais aos olhos de todos aqueles que duvidarem, pois Ele não atende os nossos caprichos. Ele é Deus, e não nosso serviçal. Então, Ele fez os sinais e considerou isso suficiente. Na certa, se ocorressem um sinal agora, sob os meus olhos, ou sob os seus olhos, nós iríamos depor sobre o ocorrido, mas muitas pessoas não acreditariam. Mas, Ele nos ensina a ter fé, que é a certeza daquilo que não se espera, e a convicção daquilo que não se vê. Aquilo que se pode ver, já não é fé, e se pudéssemos ver, não esperaríamos (como diz a Bíblia).

    Logo, Deus não quer que creiamos Nele pela razão, mas pela fé. Por isso, não é possível entendê-lo pela nossa limitada razão, mas apenas pela fé que Ele nos concede, também gratuitamente.

    Por isso, prezado amigo, faço este depoimento, para que medite em Jesus e em seu amor tão grande por você, por mim, por nós. O que Ele fez de mal? Nada. Ele só nos amou, e por isso nos trouxe coisas boas. Mas, não estou me referindo às coisas boas do mundo: mas as coisas boas Dele, que são celestiais, e que recebemos gratuitamente, pois cremos Nele.

    Comentário por Josué Arão de Oliveira — 10/04/2009 @ 4:42 pm | Resposta

  3. Frases feitas, memórias de tempos ancestrais… Não deixa de ser irônico que se use a razão para justificar uma crença emocional. A fé quase sempre usa subterfúgios rasteiros para se perpetuar. A religião é um gigante cego que devora cadáveres vivos.

    Comentário por J. Tadeu — 11/08/2011 @ 3:55 pm | Resposta

  4. Adorei a frase “A religião é um gigante cego que devora cadáveres vivos”.
    Quanto ao texto do Sr. Josué Arão de Oliveira, considero, com todo respeito, citações de trechos poéticos biblicos que nada tem a ver com nada, fundamentalmente falando. Apenas palavras que tornam os cadáveres mais sedentos de comida.

    Denise

    Comentário por denise — 02/03/2012 @ 4:15 pm | Resposta


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: